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POPULAÇÕES INDÍGENAS EM SC NO CONTEXTO DA COVID-19: SUJEITOS, ESTADO E DIREITOS
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Plano regional de enfrentamento à pandemia de Covid-19 entre povos e territórios indígenas na região Sul: proposta do movimento indígena e indigenista para salvar vidas
Elaborado e divulgado pela Frente Indígena e Indigenista de Prevenção e Combate do Coronavírus em Terras Indígenas da Região Sul do Brasil, que conta com a participação e organização de Joziléia Daniza Kaingang, coordenadora pedagógica do curso Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, da UFSC.
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Doações financeiras: campanha “Doa-lá” -
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Exposição Virtual Kuri’y Zág Fág: formas e conteúdos indígenas Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica – UFSC
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Colação de grau, por videoconferência, dos estudantes da LII (turma 2016-2020 – Kuri’y Zág Fág)
A colação de grau, por videoconferência, dos estudantes da LII (turma 2016-2020) foi realizada no dia 24 de junho de 2020 às 14h30, às 15h30 e às 16h30 conforme agendamento e condução da Direção do CFH com três grupos de estudantes Xokleng, Guarani e Kaingang. Conforme orientação, o evento ocorreu em grupos pequenos e contou com a participação do vice-diretor do CFH e da secretária da Coordenação de Apoio Administrativo-SEC/CFH, enquanto representantes do CFH e da coordenadora, da coordenadora pedagógica e do secretário da LII, enquanto representantes do Curso LII. Mantém-se aberta a possibilidade de realizar mais adiante a cerimônia da formatura da turma Kuri’y Zág Fág.
Palavras de Joziléia Daniza Kaingang, coordenadora pedagógica que acompanhou a turma Kuri’y Zág Fág ao longo dos 4 anos (2016-2020):
Saudações à todas e todos presentes na colação de grau virtual da 2º turma do curso de graduação em Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica. Estamos reunidos, depois de muita expectativa. Foi preciso ter paciência e nos reinventar diante de um cenário tão adverso, marcado pela pandemia do novo coronavírus.
Para fazer esta fala aos nossos formandos, que em seguida serão professores, formados pelo nosso curso, eu refleti bastante e escrevi uma fala breve em função do nosso tempo para esta colação de grau e compartilho com vocês.
Lembrei da caminhada, lembrei do tempo, lembrei das dificuldades, lembrei da esperança, lembrei dos problemas e pensei na coletividade. Continuar lendo
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Nota de pesar da LII pelo falecimento do cacique Lourenço Amantino, pai do nosso acadêmico Kaingang Gelcimar Amantino
A Gelcimar Amantino, nosso acadêmico Kaingang
Com profundo pesar recebemos a triste noticia do falecimento de teu pai, Lourenço Amantino, cacique da TI Sêgu (Xingu), em Constantina/RS, vítima da COVID 19.
Nos solidarizamos com a dor da tua família, da comunidade Sêgu-Xingu e de todo povo Kaingang.
Você tão bem descreveu no teu TCC “Histórico da Retomada da Terra Indígena Sêgu (Novo Xingu)” a importância do Cacique e liderança de luta que foi Seu Lourenço, como é conhecido e seguirá vivo nas memórias.
A perda de uma liderança marca profundamente a comunidade. E o falecimento do seu Lourenço finda a trajetória deste guerreiro que lutou ao longo de seus 62 anos pelo reconhecimento do direito ao território, mas os que aqui ficaram seguirão na luta pela Mãe Terra.
Muita força para enfrentar este momento de dor, fé para seguir com esperança em dias melhores.Equipe de coordenação LII
UFSC, 22 de junho de 2020 -
Formação de professores indígenas em perspectiva: as experiências da UNEB, UFSC e UFMG
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FOLDERS SOBRE COVID-19 EM LÍNGUA KAINGANG
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A DOR DA PERDA/MORTE DE INDÍGENA KAINGANG
Em poucas palavras tentarei repassar aqui o que sinto como indígena Kaingang nesse momento de crise e de contato com essa nova peste que assombra o mundo chamada Covid 19/coronavirus .
Diferente e talvez parecido em alguns aspectos de outros povos ameríndios, ocidentais ou orientais, o povo indígena Kaingang em sua essência é um povo guerreiro que desde o princípio luta para manter viva sua cultura e seu modo próprio de viver e conviver no mundo, mantém fortes laços com sua ancestralidade e em muitos casos o morrer ou a morte é apenas uma passagem para o outro mundo. -
POVOS INDÍGENAS E INTERPROFISSIONALIDADE
O evento “Mulheres indígenas, a arte e o cuidado nas relações” acontece nesta quinta-feira, 4 de junho, a partir das 18h30. Participam da discussão Katia Salete Barfknecht, terapeuta ocupacional e coordenadora da GerAção/POA da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, Araci da Silva Guarani Mbya, estudante indígena do Curso de Enfermagem da UFRGS e membro do PETSaúde EIP, Jozileia Daniza Kaingang, coordenadora pedagógica da Licenciatura Intercultural Indígena da UFSC e doutoranda em Antropologia pela UFSC, Damiana Gretalda, antropóloga, artista e integrante dos projetos Coletiva Corpo-Terra e o Guardiãs de Saberes. Promovido pelo PET-Saúde Interprofissionalidade, em parceria com a Liga Acadêmica da Saúde dos Povos Indígenas (Lisai), é o quarto webdebate da série Povos Indígenas e Interprofissionalidade no enfrentamento da Covid-19.
A webconferência sera realizada pelo link https://is.gd/petinterproindigena4. O acesso a sala virtual, que será aberta somente no horário do evento, é livre a todos os interessados em participar do encontro.
Acolhe UFSC


